O uso de defensivos é essencial, mas pode causar um estresse que “trava” a planta. Saiba como a nutrição e a bioestimulação podem reverter esse quadro.
O controle de plantas daninhas, pragas e doenças é um pilar do manejo moderno da soja. No entanto, em algumas situações, a aplicação de defensivos agrícolas, especialmente herbicidas, pode causar um efeito colateral indesejado: a fitotoxidade. A planta, ao metabolizar o produto, pode sofrer um estresse que se manifesta em amarelecimento, necrose ou paralisação temporária do crescimento.
Esse “travamento” inicial pode custar caro. Os primeiros estágios da soja são cruciais para a definição do seu potencial produtivo. Uma planta que gasta energia para se recuperar de um estresse é uma planta que deixa de investir em crescimento de raízes e folhas, o que pode resultar em um stand desuniforme e menor produtividade final.
A boa notícia é que é possível ajudar a lavoura a superar esse desafio. A estratégia envolve o uso de bioestimulantes. Produtos à base de aminoácidos ou extratos de algas, como o Nextfol Amino e o Nextfol Stimus, funcionam como um “antídoto” para o estresse.
Os aminoácidos são os blocos de construção das proteínas. Ao fornecê-los diretamente para a planta via foliar, damos a ela a matéria-prima para se recuperar mais rapidamente, sem que ela precise gastar sua própria energia para produzi-los. Já os extratos de algas, como o ascophyllum nodosum, são ricos em compostos bioativos que ajudam a reequilibrar os hormônios da planta, reativando o metabolismo e estimulando a retomada do crescimento.
A melhor estratégia é sempre a prevenção, utilizando produtos seletivos e fazendo as aplicações nas condições corretas. Mas, caso o estresse ocorra, lembre-se que a nutrição inteligente oferece as ferramentas para destravar o potencial da sua lavoura e colocá-la de volta no caminho da alta produtividade.

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