Essencial para a florada e o enchimento de grãos, o boro precisa estar disponível durante todo o ciclo. Entenda a melhor estratégia para não faltar na hora H.
Quando se fala em nutrição da soja, a atenção muitas vezes se volta para os macronutrientes. No entanto, são os detalhes, como os micronutrientes, que frequentemente separam as lavouras de média produtividade daquelas de alta performance. Entre eles, o boro merece destaque especial.
O boro desempenha um papel fundamental nas fases mais críticas da cultura: a reprodutiva. Ele é diretamente responsável pela formação do tubo polínico, viabilidade do grão de pólen e, consequentemente, pelo pegamento das flores. Além disso, atua no transporte de açúcares, o que é crucial para um bom enchimento de vagens. Uma deficiência de boro, mesmo que sutil, pode resultar em abortamento de flores e vagens, impactando diretamente o número de grãos e o peso final.
A grande questão estratégica do boro é sua mobilidade. Por ser um nutriente com baixa capacidade de translocação dentro da planta, não adianta aplicá-lo apenas quando os sintomas de deficiência aparecem. O ideal é que ele esteja disponível para absorção pelas raízes durante todo o ciclo.
Por isso, o planejamento inteligente do boro começa no preparo do solo. A aplicação de fontes de boro de alta qualidade e segurança nesta fase, como o Nextfol Borvita, garante um “reservatório” disponível para a planta acessar conforme sua necessidade. Essa estratégia assegura que, ao chegar na fase reprodutiva, a planta tenha todo o boro de que precisa para uma florada vigorosa e um enchimento de grãos eficiente. Pensar no boro desde o início é investir diretamente na produtividade que será colhida no final.

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